“Felipe Anghinoni. 34 anos. Casado. Pai da Nina e do Bento. Formado em Publicidade. Hoje, é diretor de Whatever da Perestroika, uma escola de atividades criativas.”

Felipe se apresenta assim, direto, e é importante dizer: a Perestroika é uma escola inovadora, que surgiu em Porto Alegre e hoje também tem sede em São Paulo. Os caras têm desenvolvido um jeito muito próprio de ensinar comunicação.

Confira o que o cara pensa dos produtos Apple.

Quando e como você descobriu a Apple e o Mac? Quando começou a usar?
Conheci em 1998, quando comecei a estagiar numa agência de propaganda. Na área de criação, todos os diretores de arte e designers tinham. Comecei a usar em 2001, quando mudei de área dentro da empresa e fui trabalhar na criação. Nessa época, a plataforma era default para todos os profissionais dessa área.

Que mitos sobre Mac você acabou vendo que eram verdadeiros depois de usar Mac?
Intuitividade. Todos meus colegas sempre diziam que Mac era muito mais intuitivo. Eu nem entendia direito o que intuitivo significava, mas foi realmente impressionante e me marcou como era mais fácil fazer qualquer coisa. Precisei de uns três dias para começar a pegar a manha, mas depois, descomplicou muita coisa. Outra coisa: ficou bem mais divertido trabalhar. Dava vontade de ter que ir para o computador produzir alguma coisa.

Tem algum aplicativo ou recurso do seu Mac ou iPhone que você usa mais na vida pessoal? E profissional?
Keynote. Sou o cara que há mais tempo usa o Keynote que eu conheço. Entendo realmente bastante. Em termos tecnológicos, é a minha principal ferramenta. É muito bem desenhado

Na área da comunicação, o quão importante os produtos da Apple acabam sendo e em que nível você acha que eles contribuem para o processo e desenvolvimento da coisa toda?
Em termos de layout, design e imagem, os produtos são essenciais. Os softwares rodam de maneira muito mais fluida, o acabamento fica muito, muito superior. Acredito que não teríamos chegado ao nível de qualidade de trabalhos gráficos e de animação sem os produtos da Apple. E, em termos gerais, acredito que a Apple contribua como marca, como fonte de inspiração. O nível de preocupação com os detalhes, com a funcionalidade, com a beleza, o minimalismo, o arrojo e o profissionalismo com que a Apple se apresenta em todas suas as manifestações são, para mim, o espelho da qualidade com que acho que devemos entregar as soluções de comunicação e propaganda.

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